sábado, 10 de março de 2018

FACEBOOKCÍDIO

Estou morto. Levei quase um mês para comprovar isso, mas agora não tenho mais dúvidas: morri mesmo! Ao menos para aqueles contatos do Facebook que tanto me pediram para que eu não cancelasse minha conta, dizendo-me quanta falta eu lhes faria... 

Na verdade, essa impressão funesta, que hoje é uma certeza, começou desde quando comuniquei que cancelaria meu perfil no Facebook. O comunicado ocorreu cerca de duas semanas antes de fazê-lo. Eu precisava desse tempo para divulgar aos contatos o meu email e alguns endereços que mantenho na internet. Mas isso também deu margem para que alguns comentassem sobre a minha decisão – não foram muitos, creio que apenas dois por cento dos 791 contatos que eu mantinha. Dentre esses poucos, houve cerca de meia dúzia que insistiu bastante para que eu mudasse de ideia. Mas o que achei estranho (e um pouco assustador) foi o modo como eles tratavam do assunto, dando a impressão de que eu fosse cometer um suicídio. Parecia que eu estava pra morrer de verdade! Um deles escreveu que já se despedira de mim, revendo algumas fotos dos meus álbuns. Detalhe: ele mora no bairro vizinho ao meu. Outro fez um comentário que se parecia com uma carta deixada num túmulo, como se nunca mais pudéssemos nos ver, ou entrar em contato novamente.

Comovido, decidi não ser tão radical. Cancelei meu perfil, mas mantive no Facebook somente uma de minhas páginas, a fim de divulgar meus trabalhos e pensamentos. Apesar de ser muito diferente de um perfil social, uma página também pode ter seguidores e suas publicações podem receber curtidas e comentários. O fato surpreendente é que, mesmo após eu convidar meus quase 800 contatos para curtirem minha página, menos de 200 passaram a segui-la. Ora, isso foi muito revelador: mais de 600 “amigos” parecem não dar a mínima para o que eu escrevo! Sinto que passei a conhecer mais sobre o que é o Facebook na minha saída do que durante o tempo em que nele permaneci.

Mas o melhor vem agora: desses quase 200 que curtiram – e que supostamente passaram a seguir minha nova página – menos de dez pessoas costumam comentar ou curtir minhas postagens. É um grupo seletíssimo! E não pense que estou falando daqueles poucos amigos que insistiram para que eu não cancelasse meu perfil. Acredite se quiser: nenhum dos que imploraram para que eu ficasse até hoje comentou ou curtiu coisa alguma em minha página. É isso mesmo: participação zero! Ao cancelar meu perfil no Facebook eu literalmente morri pra essas pessoas...

Confesso que fiquei triste, mas não por mim. Fiquei triste por haver pessoas que passam a nos enxergar como um ser virtual, que necessita aparecer numa tela para se comprovar vivo. Agora que estou fora desse aquário, vejo claramente que o Facebook é um tipo de Second Life, jogo no qual se assume um avatar, controlado por você, mas que não é você. O problema é que alguns assumem essa segunda vida como se fosse uma vida real, coisa que também não é. A tão condenada inversão de valores chegou a esse ponto, de se pensar que não há vida fora de uma suposta rede virtual. Mas, apesar de morto no Facebook, sinto que estou mais vivo do que nunca. Acredite, por mais incrível que hoje possa parecer: existe vida além da internet.

sábado, 3 de março de 2018

O QUE VEM A SER O ACORDO DE PAZ DO TRUMP

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Donald Trump propõe acordo de Paz mas, este, sem
expectativas de ser aceito pela Palestina nem por Israel


Plano de PAZ - As revelações foram feitas a imprensa árabe sobre o plano de PAZ de Donald Trump. Mas o fato é que está se parecendo mais com o plano de PAZ proposto pela Arábia Saudita a mais de uma década atrás e que não foi aceito pelo Estado de Israel e nem pelos Palestinos.



De acordo com os diplomatas, os Estados Unidos não descartam a possibilidade de que Jerusalém Oriental seja a capital do Estado palestino que será estabelecida, o que contraria as declarações de Donald Trump que já retirou Jerusalém da mesa das negociações. Ainda, segundo eles, isso ocorrerá desde que a Cidade Velha esteja sob domínio internacional e que o Estado palestino tenha uma soberania limitada e desmilitarizada e suas fronteiras não se basearão nas fronteiras de 1967.



Na realidade esta idéia não é nada nova e ela já existe desde os anos 70 e é a filosofia da ONU para fundar sua primeira capital mundial do governo satânico. Se assim for, estaremos diante de mais um cumprimento profético:



“Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.”



Apocalipse 11:2 ALMEIDA



Além disso, o Vale do Jordão permanecerá sob a soberania israelense e os grandes assentamentos permanecerão no lugar, enquanto os "pequenos" assentamentos serão transferidos, embora não esteja claro onde. Posteriormente, a Autoridade receberá poderes adicionais de segurança e administrativos nas Áreas A e B. Mais um relato ridículo pois este é o mesmo plano proposto por Ehud Barak, o ex-Primeiro Ministro de Israel, ele foi completamente rejeitado pelos palestinos que abriram fogo contra o povo de Israel iniciando a Segunda Intifada.



O plano também incluirá um auxílio americano de US $ 40 bilhões no estabelecimento de um estado palestino e o estabelecimento de suas instituições. Importante salientar que os palestinos já receberam de ajuda mais de 31 Bilhões de Dólares e a única coisa que fizeram foi encher o bolso de seus líderes corruptos.



A responsabilidade pela segurança das fronteiras externas do Estado palestino permanecerá nas mãos de Israel, enquanto na Faixa de Gaza o Egito também estará envolvido, proposta esta que já foi feita por Ariel Sharon, ex-Primeiro Ministro de Israel, e que foi recusada pelos egípcios e pelos palestinos.



No que diz respeito à questão dos refugiados palestinos, o plano determinará que eles permanecerão no lugar e receberão uma compensação. Os palestinos por sua vez se recusam a receber qualquer tipo de compensação financeira, preferem a destruição do Estado de Israel.



Um número de ministros das relações estrangeiras árabes, incluindo o secretário-geral da Liga Árabe, Ahmed Aboul Gheit, se reuniu ontem com a ministra das Relações Exteriores da União Européia, Federica Mugreeni, e outras autoridades superiores da UE para discutir o processo de paz entre Israel e os palestinos.



Os ministros árabes pediram à UE que ajudasse a mediar entre os dois lados à sombra das declarações feitas pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, e pela Autoridade Palestina, segundo a qual os EUA não serão mais mediadores nas negociações de paz. O Estado de Israel e o Governo de Israel não aceitaram a mediação dos europeus porque sabe que eles são pró-Palestinos e anti-Semitas, neste caso eles acreditam que o diabo é mais confiável que este tipo de gente que se diz "amigo de Israel" mas o apunha-la pelas costas. É preferível saber quem é o inimigo do que dormir com serpentes na mesma cama.



No entanto, funcionários árabes deixaram claro que Washington ainda desempenha um papel central neste processo, especialmente tendo em vista que se espera que ele apresente seu novo plano de paz em breve.



Uma fonte diplomática européia disse ao jornal árabe que os europeus não pensam que podem desempenhar o papel dos americanos, mas podem ajudá-los, principalmente por causa das estreitas relações entre os EUA e Israel, e que apenas os Estados Unidos podem pressionar Israel a aceitar o acordo de paz.



De fato, ninguém sabe de fato o que está sendo planejado de fato no plano de PAZ que será proposto pelos Estados Unidos, somente esta nação com sua influência e poderio poderá impor uma PAZ temporária entre os países. Uma PAZ temporária poderá levar a região a um processo de PAZ duradoura a longo prazo. É importante salientar que uma vez assinados os acordos de PAZ entre Israel, a Jordânia e o Egito, ao longo do tempo, a situação entre os países melhorou muito. Não é um mar de rosas, mas é uma situação suportável e tolerável. Bem mais estável que os dias anteriores aos acordos.


FONTE:  Café Torah

Palestina convida o Brasil para ser "mediador de paz" com Israel




O presidente palestino, Mahmoud Abbas, encontrou-se nesta quinta-feira (1) em Ramala com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes.

Na pauta, a situação na região e a decisão da Autoridade Palestina (AP) em não mais aceitar os Estados Unidos como mediador da paz após a decisão de Donald Trump em reconhecer Jerusalém como capital de Israel em 6 de dezembro.

Abbas apresentou ao ministro brasileiro a ideia de realizar uma conferência internacional em meados deste ano, que seria uma tentativa de “desbloquear” o processo de paz do Oriente Médio. Ele espera que dessa reunião com líderes de diversas partes do mundo surja um “mecanismo multilateral” para as negociações com Israel.

O ministro palestino das relações exteriores, Riyad Maliki, pediu ao chanceler brasileiro que o Brasil faça parte desse “mecanismo” que irá se formar e ajude na mediação do histórico conflito com Israel. Segundo as lideranças palestinas, é preciso pôr em prática “as resoluções internacionais para alcançar um acordo justo e global, e alcançar a paz na região, com a criação de um Estado palestino nas fronteiras de 1967 e tendo Jerusalém Oriental como sua capital”.

Abbas agradeceu ao Brasil – que reconheceu o estado palestino em 2010 durante o governo Lula – pelo seu constante apoio à causa palestina e expressou seu interesse em fortalecer as relações entre os países.

Nunes, que está em viagem oficial aos territórios palestinos depois de sua visita de dois dias a Israel, reafirmou a posição brasileira de apoiar “a solução dos dois Estados” e declarou que seu governo também deseja fortalecer as relações bilaterais com a Palestina.

Além de Abbas e de seu homólogo palestino, o chanceler brasileiro se encontrou com o primeiro-ministro Rami Hamdallah. Eles discutiram o impacto do reconhecimento norte-americano de Jerusalém como capital de Israel e avaliaram como fortalecer a cooperação em setores como agricultura, energia, educação e saúde.

Ao abordarem a pauta econômica, Maliki pediu que o Brasil aumente a importação de produtos palestinos visando fortalecer a economia do país e “facilitar a sua independência”. O ministro também sugeriu um boicote aos produtos fabricados em assentamentos israelenses, na prática do chamado BDS (Boicote, Desinvestimento, Sanções). Curiosamente, no início do mês passado, o PSOL divulgou uma resolução defendendo termos semelhantes. Com informações de News Europe.

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