terça-feira, 30 de junho de 2020

Moradores registram em fotos e vídeo luzes desconhecidas no céu do litoral do RS e de SC

As luzes desconhecidas que estariam surgindo no céu do litoral norte gaúcho também estão intrigando os moradores do litoral sul catarinense, quase na divisa com o Rio Grande do Sul. As esferas luminosas que causam clarão no céu e, na sequência, desaparecem começaram a ser registradas em fotos e vídeo, ainda que com baixa qualidade de imagem. Quem é testemunha garante não ter presenciado a movimentação de um meteoro, um satélite, um planeta ou uma estrela.

No início da madrugada de 22 de junho, o empresário Rudinei Rosa, 41 anos, seguia de carro com a filha Giovana, 15 anos, de Torres (RS) para Balnerário Gaivota (SC), distante 40 quilômetros da praia gaúcha. Em Passo de Torres, já em solo catarinense, os dois optaram por continuar pela areia da praia para reduzir o trajeto. Depois de andarem cerca de dois quilômetros, por volta da 0h45min, Rosa avistou no horizonte, em direção ao mar, uma esfera de luz intensa e em baixa altitude. Pai e filha estavam em um trecho totalmente desabitado e sem energia elétrica. O único ponto de luz vinha da direção da esfera.

— Ela ficava mais clara e mais escura, mudando a intensidade da luz. Desci do carro, me aproximei do mar e tentei fotografar com o celular. Na hora, não associei a disco voador ou algo não identificável. Achei que fosse uma estrela. Mas o que ocorreu em seguida nos deixou com medo — recorda Rosa.

Logo depois do primeiro clique, o empresário e a filha testemunharam um clarão que iluminou toda a praia. Imediatamente, ele apontou a câmera na direção do lado norte, de onde vinha a luminosidade mais intensa, e fez mais um clique. Tudo não durou mais do que 15 segundos, acredita. Rosa imaginou se tratar de fogos de artifício, mas não havia qualquer som. Apenas a luz e o silêncio. Enquanto retornava para o carro, onde a filha se mantinha assustada e pedindo para ir embora, o empresário se assustou com a foto que tinha feito. Ainda que tremida, a imagem mostra seis pontos luminosos - um deles mais esverdeado - na direção de onde, a olho nu, ele e Giovana só haviam presenciado um clarão.

— Depois, vimos um clarão vindo da linha do horizonte e subindo muito rápido para o céu. Tentei filmar e não dava para ver. Coloquei na câmera, dei zoom e bati. Não sei se era um avião, uma nave, não sei mesmo o que era. Me assustei. A esfera de luz que estava perto do mar já tinha sumido. Não tivemos mais coragem de seguir pela beira da praia e demos a volta em alta velocidade para retornarmos para a estrada. Não olhamos mais para trás — confessa.

O ponto luminoso foi a primeira coisa que chamou a atenção do empresário.


Toda a ação durou quatro minutos, segundo os horários registrados na câmera de Rudinei. Nesse curto período, o doutor em engenharia Carlos Jung, do Observatório Heller & Jung, associado à Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon, na sigla em inglês), afirma não ter qualquer registro de movimentação na área indicada. Apenas o planeta Marte estava mais visível no horizonte perto da 0h30min. O observatório tem um software de registro de análise de meteoros que cobre em 360 graus todo o Rio Grande do Sul, além de Santa Catarina, Paraná, parte de São Paulo, Uruguai, parte da Argentina e Paraguai.  

Ao fazer uma análise inicial das imagens feitas por Rosa, o coeditor e coordenador do Grupo de Análises de Imagens da Revista UFO, Toni Inajar, trabalhou com as duas primeiras frentes para eliminar todas possibilidades explicáveis: manipulação de imagens e visualização de satélites ou meteoros. Ele garante não ter encontrado nenhum sinal de fraude nas fotos e considerou o possível avistamento de satélites porque, no horário indicado, dois estavam passando pela região.

— Não se pode afirmar que sejam satélites, apenas não eliminamos a possibilidade. É um caso que merece mais estudos — reforça.

Fenômenos em praias gaúchas

Na sexta-feira passada (26), GaúchaZH publicou reportagem sobre moradores do Litoral Norte do RS que viram luzes desconhecidas no céu em 23 de junho. O fenômeno foi relatado em redes sociais. Um desses moradores, o vigilante Juliano Luiz Holdefer, 34 anos, de Balneário Pinhal, ainda busca explicações para o cenário visualizado por ele, a esposa, Thayonara Holdefer, e o filho de cinco anos, Odin, por volta das 18h45min de 23 de junho. Juntos no pátio de casa, os três observaram uma esfera colorida aparecer quatro vezes no céu em pontos diferentes num intervalo de menos de cinco minutos.

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O vigilante fotografava a lua com o auxílio de um celular acoplado a um telescópio. Quando viu pela segunda vez a esfera aparecer na posição Oeste e se movimentar em direção ao satélite natural, Holdefer pegou o telefone, chamou a família (que estava dentro de casa) e começou a filmar. Segundos depois, a esfera colorida apareceu novamente por segundos. Dois minutos depois, quando o vigilante já não gravava, ela surgiu do lado oposto, já no oceano.

"Foram três aparições a Oeste, sendo uma grande luz vermelha intensa, que se dividia em duas. Logo depois, vi a mesma coisa a Leste, mas sumiu atrás de nuvens, que pareciam em chamas devido ao forte brilho vermelho. Conheço bem as chuvas de meteoros e acompanho todas, mas foi algo totalmente diferente. O movimento foi rápido. Aparecia forte e grande, logo se dividia e sumia", relatou Holdefer em sua página no Facebook.

Naquela mesma noite, por volta das 19h30min, moradores de Osório e das praias de Magistério, Cidreira, Salinas e Tramandaí relataram terem visto duas esferas coloridas, variando entre o dourado e o laranja, de tamanho indefinido, percorrendo o céu próximo à beira-mar. Antes de desaparecerem, elas teriam causado uma espécie de explosão sem som, chegando a iluminar as poucas nuvens existentes naquele momento.

"Onda ufológica"

Ufólogo e editor da revista UFO, Ademar José Gevaerd acredita que há uma "onda ufológica" com componente sociológico no Sul do país, neste momento. Quando uma pessoa fala, outras criam a coragem para também compartilhar as próprias experiências. Foi o que ocorreu em 23 de junho, quando a página Cidreira RS, coordenada por Jean Paul Cunha, publicou o primeiro relato no dia seguinte. Nesta segunda-feira (29), já eram mais de 1,3 mil comentários, a maioria de pessoas que também teriam visto algo diferente no céu do Litoral. Gevaerd diz que a região do litoral gaúcho até Araranguá, em Santa Catarina, é uma área de grande intensidade de avistamento de óvnis.

O litoral norte gaúcho é conhecido por especialistas em ufologia (estudos relacionados a óvnis) do mundo inteiro porque teria uma passagem para outra dimensão entre o mar e a Lagoa da Fortaleza, próximo à Praia das Cabras, no limite de Cidreira e Tramandaí. Em 2018, o canal de televisão History Channel fez, inclusive, um episódio inteiro sobre o portal dimensional para a série brasileira De Carona com os Óvnis, que descreve os fenômenos ufológicos no Brasil.


sábado, 27 de junho de 2020

Arbitrariedade e tirania do STF

Fachin propõe cassação de mandato para quem "cometer" abuso de poder religioso. E o que seria abuso de poder religioso?. Ser contra aborto,drogas, pedofilia? Ser a favor da família e contra a corrupção? Dizer que Jesus é Salvador? 
Isso é comunismo? Ou Satanismo?

segunda-feira, 22 de junho de 2020

A maioria das pessoas é imune ao vírus, diz cientista que venceu a prêmio Nobel. Mas isso a Globo não vai mostrar.

OMS admitindo que assintomáticos não transmitem e agora descobrimos que 80% da população é imune porque o sistema imunológico consegue reagir ao covid-19 como se fosse um "resfriadocomum".

A parcela das pessoas que não são suscetíveis ao Covid-19 pode chegar a 80%. 

Karl Friston, renomado cientista britânico, afirma que a “população suscetível efetiva nunca foi 100%".
Friston disse que Ferguson estava certo de que cerca de 80% das pessoas suscetíveis seriam rapidamente infectadas, e estava certo de que entre 0,5% e 1% morreria, mas não percebeu que a população suscetível era apenas uma pequena parcela de pessoas no Reino Unido e uma parcela ainda menor em países como a Alemanha e outros países. O que muda tudo.
Outro cientista, este de Stanford e Prêmio Nobel, Michael Levitt afirmou que as curvas de crescimento da doença nunca foram realmente exponenciais, sugerindo algum tipo de "imunidade anterior"

O estudo Targets of T Cell Responses to SARS-CoV-2 Coronavirus in Humans with COVID-19 Disease and Unexposed Individuals, publicado em meados de maio na revista científica Cell, da Elsevier, sugere que 40% a 60% das pessoas não expostas têm resistência de outros coronavírus.

O artigo aponta "o reconhecimento de células T reativas cruzadas entre coronavírus circulantes de resfriado comum (Nota do Fabio: também conhecido como "gripezinha") e SARS-CoV-2"

Os efeitos colaterais na América já podem ser mais mortais do que a pandemia.

Scott Atlas, da Hoover Institution, estima que as conseqüências do desemprego, da falta de consultas médicas e de outros fatores durante os dois meses de lockdown levarão a tantas mortes extras que os americanos perderão 1,5 milhão de anos acumulados de vida.  O dobro do total perdido até o momento com a #Covid-19.




segunda-feira, 1 de junho de 2020

Os Simpsons previram tudo o que está acontecendo nos EUA

Eles acertaram sobre os protestos, uma estação de polícia pegando fogo e a Casa Branca apagada; só falta um Os roteiristas de Os Simpsons não são deste mundo. Em mais uma de suas previsões malucas, o seriado da família amarela de Homer e Marge Simpson previram o que está acontecendo exatamente neste momento nos EUA: os protestos, uma estação de polícia pegando fogo e a Casa Branca apagada. Tudo isso os roteiristas do desenho retrataram em episódios da série, como você pode ver nas imagens abaixo: Na primeira imagem você vê uma estação de polícia de Springfield (cidade fictícia em que é ambientada a série Os Simpsons), e na segunda, uma imagem da estação de polícia de Minneapolis pegando fogo durante os protestos. Crédito: Reprodução Estação de polícia pegando fogo em Springfield / em Minneapolis Na primeira imagem, você vê a Casa Branca retratada na série toda apagada, na segunda, a Casa Branca real, com seu entorno também sem luz para tentar conter os manifestantes norte-americanos. casa branca Crédito: Reprodução Casa Branca apagada no desenho / na vida real Na primeira imagem, você vê o delegado Clancy Wiggum da série asfixiando um homem preto, na segunda, você vê o policial Derek Chauvin, que asfixiou George Floyd até a morte e gerou os inúmeros protestos que acontecem nos EUA. CORREÇÃO: especificamente esta imagem de Os Simpsons não foi exibida na série. Trata-se de uma ilustração feita pelo italiano Alexsandro Palombo, que usou o personagem para criticar a violência policial e o racismo, em 2014. simpsons george floyd Crédito: Reprodução Policial branco asfixiando homem preto nos Simpsons / na vida real Porém, de todas as previsões, teve uma que ainda não aconteceu. Na série, após o apagão da Casa Branca, o presidente Donald Trump (que eles previram que seria eleito) é encontrado morto. trump Crédito: Reprodução Donald Trump, na série Os Simpson, morto No Twitter, internautas não param de comentar sobre o assunto: https://twitter.com/LILO_bs/status/1267374608417783809/photo/1 https://twitter.com/CallMeLeonan/status/1267459281810608130/photo/1 https://twitter.com/Gabrielbez16/status/1267353831043710976/photo/1 https://twitter.com/BPrincxss/status/1266710001269248000 Veja também

Covid-19: segunda onda na China sugere mutações no vírus


  • Pessoas ficam doentes por mais tempo e demoram mais para apresentar sintomas, dizem médicos que acompanham os novos casos no nordeste do país.

  • Depois de ser o epicentro inicial da pandemia e controlar a crise com lockdowns extremos, a China agora está enfrentando uma segunda onda de casos de Covid-19, desta vez no nordeste do país. As provínciais de Heilongjiang  e Jilin já registraram novos casos de transmissão comunitária, o que fez com que governos locais decretassem medidas de isolamento social na região, mesmo que os números sejam bem menores dos registrados na província de Hubei no início da pandemia. Mais de 100 milhões de pessoas vivendo no nordeste do país estão sob algum tipo de restrição de movimento, segundo estimativas. Mas, mais do que uma nova preocupação para o país, essa segunda onda pode revelar detalhes importantes sobre a evolução do SARS-CoV-2. Isso porque os novos casos registrados estão sendo substancialmente diferentes dos observados em Wuhan, o que sugere mutações no patógeno.

As constatações vêm de médicos do país que acompanharam tanto o surto inicial quanto os mais recentes. Segundo Qiu Haibo, um dos principais médicos de cuidados intensivos da China que ajudou no surto de Wuhan e agora atua no nordeste do país, os novos pacientes parecem carregar o vírus por mais tempo. Eles levam mais do que duas semanas para apresentar sintomas, também demora mais para testar negativo – e curados. Isso dificulta o trabalho de rastrear os casos e impedir a transmissão, já que aumenta o tempo que uma pessoa pode levar o vírus adiante, mesmo sem sintomas.

Além disso, os próprios sintomas são diferentes. Enquanto em Wuhan vários pacientes tinham órgãos como rins, coração e intestino afetados, os novos casos parecem ter quadros mais focados em danos aos pulmões, inclusive mais severos do que os do início da pandemia. Por outro lado, menos pacientes graves – cerca de 10% – chegam ao estágio crítico da doença e precisam de entubação. Ou seja, menos gente chega ao pior estágio da doença, mas quem chega enfrenta um vírus mais agressivo. Além disso, a febre – um dos principais sintomas citados como indício da doença – já não está tão presente como nos casos iniciais, enquanto a dor de garganta e a sensação de um mal estar geral integram agora a lista dos mais comuns.


Cientistas ainda não sabem explicar exatamente o porquê das diferenças. Uma das hipóteses mais forte é que a cepa do vírus que está causando a crise no nordeste do país seja diferente da que devastou Wuhan: análises genéticas sugerem que o vírus circulando pela China agora tenha vindo da Rússia, o terceiro país com mais casos no mundo (atrás somente do Brasil e dos Estados Unidos).

Mas, se não forem mutações, o que explica as mudanças observadas nos novos casos da China? Alguns acreditam que não é o vírus em si, mas o progresso nas pesquisas. Agora, temos mais informações sobre as infecções e podemos estudar a doença melhor, incluindo a progressão dela em fases iniciais. Em janeiro, pouco, ou nada, se sabia sobre o vírus, e é possível que muitos pacientes já estivessem infectados há semanas, sem sintomas. Além disso, no pico de infecções o sistema de saúde de Wuhan ficou tão sobrecarregado que a prioridade era salvar as vidas dos pacientes graves, e não havia tempo nem recursos para acompanhar os milhares de casos leves. Não é o que acontece agora, com muito mais pesquisas sendo feitas sobre a evolução da Covid-19.

Além disso, os novos dados são de um grupo seleto e pequeno de pacientes, e são meramente observacionais: não foram publicados em revista científica, nem obtidos segundo metodologia revisada por pares. Conforme a doença se espalhou pelo mundo, vários cientistas relataram novas informações sobre a doença, como sintomas raros e diferenças na progressão do quadro clínico. Ou seja, a doença por si só é variável de pessoa para pessoas: não dá para usar os novos casos da China como parâmetro para generalizar.

 

inversão da Mídia

Desumanizar é o primeiro passo. É chamar vc de nazista e “provar” com matérias da grande mídia distorcendo tudo. Depois, como ensinou Tarantino, escalpelar nazista é até um ato moral. Estão costurando uma estrela amarela na roupa de cada conservador brasileiro.
A imprensa e os “jornalistas” que repercutem essas coisas serão responsáveis por todo incidente que ocorrer. Estão colocando fogo na panela. E, pior, serão as próximas vítimas dos que apoiam.

A verdade sobre os grupos de WhatsApp que pouca gente percebe

Por que as pessoas entram em grupos de WhatsApp? Uma visão psicológica e social Os grupos de WhatsApp se tornaram uma das principais form...