quarta-feira, 22 de abril de 2020

Bomba: Vazam documentos da Fundação Gates, OMS e Instituto de Virologia de Wuhan


A Fundação Bill Gates, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Instituto de Virologia de Wuhan teriam sido invadidos por hackers nesta terça-feira (22) e milhares de documentos, e-mails e senhas vazaram e agora são de domínio público. A informação foi divulgada no Twitter pelo empresário norte-americano Mike Coudrey.



BREAKING: It is being reported that the Gates Foundation, World Health Organization and Wuhan Institute of Virology have all been hacked and thousands of emails, passwords, and documents have been leaked online.

De acordo com o empresário, "a pesquisa de "Gates hackeado" no Twitter confirma que o evento realmente aconteceu, com muitas capturas de tela dos documentos, e-mails e credenciais ainda postadas". Novas informações devem ser divulgadas nas próximas horas. 


Segundo Coudrey, os e-mails e documentos vazados indicariam que o coronavírus teria sido criado intencionalmente no laboratório e associado ao HIV, com a participação da fundação de Gates. 


“E aqui está a bomba. Depois que alguém usou as credenciais para acessar documentos do vazamento de Wuhan, eles descobriram documentos mostrando a emenda do Coronavírus com componentes do HIV, reiterando ainda mais a noção de que o patógeno foi fabricado artificialmente”, afirmou Coudrey. 


Existem teorias nos Estados Unidos que ligam Gates ao coronavírus. O magnata é acusado de ter financiado o SARS-CoV-2, coronavírus que causa a Covid-19, para se aproveitar financeiramente de uma futura vacina para a doença. 


Bill Gates tem ligação estreita com a OMS. A Fundação Bill e Melinda Gates é a segunda maior doadora da OMS, atrás apenas dos Estados Unidos, que suspenderam o repasse por discordar da forma como a entidade conduziu a crise do coronavírus. É claro que o fundador da Microsoft saiu em defesa da OMS e criticou o corte de verbas dos EUA.


"Interromper o financiamento da Organização Mundial da Saúde durante uma crise mundial de saúde é tão perigoso quanto parece. O trabalho deles está desacelerando a propagação da Covid-19 e, se esse trabalho por parado, nenhuma outra organização pode substituir eles. O mundo precisa da OMS agora mais do que nunca", escreveu Gates, em seu Twitter.


Em outubro do ano passado, a Bill e Melinda Gates Foundation participou do “Event 201”, no qual foi simulado uma resposta coordenada para o caso de uma pandemia de coronavírus a nível global. O evento foi realizado em parceria com o Johns Hopkins Center for Health Security e o Fórum Econômico Mundial. Além das diversas fundações que compõem o núcleo duro do bloco globalista, também estava presente nesse evento uma autoridade sanitária do Partido Comunista Chinês. 


Argentinos guerrilheiros em Cuba desesperados

600 argentinos foram para Cuba fazer treinamento revolucionário marxista e ficaram presos por causa do coronavírus.
Agora estão desesperados, chorando, pedindo para sair, alegando não terem comida nem remédios. COMUNISTAS DE IPHONE


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terça-feira, 21 de abril de 2020

ATENTADO AOS DIREITOS DE PRIVACIDADE E PROPRIEDADE


O governador petista, Wellington Dias, agride de forma traiçoeira os direitos individuais ao assinar um decreto que autoriza o Estado a invadir casas e desapropriar bens em nome do combate a doença.


Fonte : R7
TÁ TUDO AÍ...!!!
#Qanons Hackearam os documentos secretos do Instituto de Virologia de Wuhan, da OMS, Fundação Bill Gates e do Banco Mundial!!!!

Bill Gates não brinca em serviço amigo:
C ertificate
O f
V accination
ID 
COVID-19 




Chuvas de meteoros no hemisfério sul na madrugada do dia 22 de abril


Nessa madrugada de terça-feira (21) para quarta-feira (22) ocorrerá a primeira chuva intensa de meteoros no Hemisfério Sul em 2020.

Os meteoros "Lírideos, produto da poeira cósmica deixada pelo cometa c/1681 G1 Thatcher, em sua trajetória em redor do sol, poderão ser vistos a olho nu.

Olhe para o norte, na direção da estrela Vega, que é a mais brilhante da constelação de Lira. Sob condições ideais, você poderá observar de 10 a 15 meteoros por hora. 
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Com boas condições climáticas, qualquer pessoa pode visualizar o fenômeno — mesmo sem usar instrumentos específicos para a observação do céu. Para ter uma boa visão, a dica é estar em algum lugar com pouca luminosidade.

Uma boa opção para localizar a constelação no espaço é usar o aplicativo sky Map.

A VACINA BCG CONTRA O COVID-19

Cientista brasileiro usa o twitter para explicar porque no Brasil a incidência de Covid-19 é menor. Um dos fatores é a vacina BCG, segundo ele.


"A epidemia em nosso país, felizmente, até agora não se mostrou com a mesma força que em outros países. Além dos mais lógicos (pirâmide etária, densidade demográfica, clima...) inúmeros outros fatores que podem justificar fenômeno. Uma deles é a vacina BCG.


Muitos autores publicaram essa associação entre populações que recebem a BCG com uma menor mortalidade ao Covid-19. Associação não é causalidade! Mas as evidências são mais que suficientes para se levantar essa hipótese que merece ser testada.
  
Durante quase 20 anos Albert Calmette e Calmette-Guérin, estudaram cepas de micobacterias - um tipo de bactéria do gênero da lepra e da tuberculose que infectam o interior da célula e causam doenças através de complicadas desregulações imunológicas. Após mais de 230 subculturas conseguiram a vacina (BCG). Durante 100 anos ela foi capaz de salvar muitas vidas com sua proteção parcial contra a tuberculose.

De modo bem simplificado, já é conhecido que o Covid-19 tem como seu mecanismo fisiopatológico a desorganização da resposta imune acarretando em uma tempestade de citocinas. 

Pelo racional acima e considerando que, com o tempo, o efeito da BCG diminui, acredito que um grande estudo nacional promovendo o reforço da BCG para a população de risco deve ser fortemente considerado! 

Se essa teoria funcionar, muitas vidas podem ser salvas!"



Número recorde de judeus brasileiros volta para Israel

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O jornal Jerusalém Post, um dos mais influentes de Israel, deu destaque nesta terça (8) ao número recorde de judeus brasileiros imigrando para o Estado judeu. Segundo a reportagem, a motivação deles não é o antissemitismo enfrentado por judeus em muitos outros países, mas a opção de escaparem da crise atual e, sobretudo, da violência urbana. A imigração para Israel, ou aliyah, a partir do Brasil mais do que dobrou nos últimos quatro anos, de 191 em 2011 para mais de 400 este ano. Para efeitos de comparação, o crescimento médio da aliyah da América Latina, no mesmo período, foi de apenas 7%. Embora tenha aproximadamente a metade da população judaica da vizinha Argentina, o Brasil foi o país latino que enviou mais imigrantes para Israel por dois anos consecutivos. Calcula-se que 120.000 judeus vivem no Brasil. No ano passado foi fundada a Beit Brasil, organização não governamental sediada em Israel para ajudar os brasileiros que pretendem mudar para Israel. O jornal entrevistou vários brasileiros que optaram em viver em Israel, mostrando que a preocupação da maioria é um “futuro melhor”. Embora viver em solo israelense signifique conviver com a constante ameaça por parte dos palestinos, os brasileiros acreditam que estão mais seguros por lá do que no país em que nasceram. Para o Jerusalém Post, o Brasil é “um dos países mais sangrentos na Terra”, lembrando as estatísticas de que mais de 58.000 pessoas tiveram uma morte violenta por aqui em 2014. O analista Robert Muggah, declara: “Mais pessoas são mortas a cada ano no Brasil por meio da violência intencional do que em qualquer outro lugar do planeta, incluindo a maioria das zonas de guerra do mundo combinados”. O jornal também mostra como a crise econômica que se acentua está estimulando os judeus brasileiros a procuraram uma estabilidade maior. Afinal, a volta da inflação, a desvalorização do real frente ao dólar e o desemprego galopante criam grande incerteza do que ocorrerá no país.

Volta profética: Não são apenas brasileiros que continuam aumentando os índices da aliyah. Em 2014, 26.429 imigrantes judeus chegaram a Israel. Um grande salto comparado aos 19.012 de 2013. A expectativa é que 2015 termine com um aumento de mais de 40% em comparação ao ano anterior. A origem da maioria dos olim, como são chamados os judeus que regressam a Israel, é: Ucrânia (26%), França (25%), Rússia (21%) e Estados Unidos (9%). De acordo com o Times of Israel, no primeiro semestre de 2015 vieram 3.756 judeus da Rússia e da vizinha Ucrânia quase 6 mil. Um aumento de 52% em comparação a 2014. Eles estavam fugindo do clima de guerra entre os dois países. Após os atentados na França no mês passado, centenas de judeus franceses encaminharam os documentos para imigrarem para Israel. Mas a grande surpresa desse ano foi a aprovação da aliyah de 9000 etíopes, que constituem o maior bloco étnico. Segundo a tradição, os judeus vivem na Etiópia há 3000 anos, desde a época do reinado de Salomão. Para os estudiosos de profecias, é significativo que esses números aumentem tanto num ano em que os rabinos vem falando repetidas vezes que a chegada do Messias se aproxima. O rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, tem pedido que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.

segunda-feira, 20 de abril de 2020

OVNI 'humanoide e com asas' é visto no céu de estado americano

Um OVNI um tanto esquisito e nada comum foi registrado voando nos céus do Arizona, Estados Unidos.  Outros moradores filmaram e, também, colocaram no youtube. Começa com apenas um pontinho escuro no ar.  Com um zoom logo vemos se tratar-se de uma figura bizarra



Reprodução/YouTube/MAVIAlguns afirmaram que pode ser um homem voando com um jetpack, mas as teorias são bem inconclusivas




Esse é um bom momento para lembrar o caso ufológico mais embasado dos últimos tempos, envolvendo militares da Marinha Americana. Leia o relato a seguir!



A Marinha dos Estados Unidos da América admitiu a veracidade de imagens que mostram membros do ramo naval das forças armadas do país perseguindo objetos voador não identificados

Ao longo de três registros, um feito em 2004 e dois em 2015, pilotos da marinha encontram com o que foi definido por Joseph Gradisher, porta-voz dos militares como "fenômeno aéreo não identificável"

Nas três situações, os pilotos relataram que os objetos perseguidos ficavam invisíveis ao serem alcançadas


Eles também relataram que os radares de seus veículos registravam a presença de 8 a 10 objetos em seus arredores

A confirmação de avistamentos de OVNIs por parte de um órgão oficial estadunidense, é mais uma prova da maior disposição do governo do país em revelar investigações ufólogas ao publico
Ainda nesse ano, o porta-voz do senador Mark Warner, vice-presidente da Comissão de Inteligência do Capitólio norte-americano, confirmou a existência de reuniões entre os políticos para debates sobre encontros de militares do país com objetos voadores não identificados


Além disso, o Pentágono também confirmou a existência de investigações de OVNIs no programa de Identificação de Ameaças Aéreas

Para completar, Bernie Sanders, candidato para a presidência dos Estados Unidos, prometeu divulgar todas as informações sobre extraterrestres caso vença as eleições em 2020

Fonte: R7

BILL GATES E A "FUNDAÇÃO INTELLECTUAL VENTURES TECNOLOGIA DE VACINAS" PARA IMPLANTES DE MICROCHIP

A Fundação Bill e Melinda Gates doou mais de US $ 21 milhões para o desenvolvimento de uma tecnologia de vacina que utiliza um mecanismo semelhante a uma tatuagem que injeta nanopartículas invisíveis sob a pele que agora está sendo testada em uma vacina contra o vírus que causa o COVID-19. 

A tecnologia de microagulhas também está sendo usada com tecnologia injetável, financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates, que incorpora sob a pele um registro de vacinação visível pela luz infravermelha próxima que pode ser lida pela tecnologia de smartphones.

A Fundação Bill e Melinda Gates está financiando as tecnologias com o objetivo de viabilizar campanhas de vacinas “de casa em casa”, realizadas por pessoas com “treinamento mínimo”.

Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh relataram em seu estudo publicado em 1º de abril na EBiomedicine que sua vacina contra o vírus da SARS que causa o COVID-19 "causou a COVID-19 " uma produção robusta de anticorpos nos camundongos em duas semanas ".  A exposição a algumas vacinas pode ter o efeito oposto pretendido, fazendo com que a pessoa vacinada esteja em alto risco de doença grave quando mais tarde exposta ao vírus selvagem ou a um vírus da mesma família.)

Os pesquisadores estavam testando vacinas usando o adesivo de microagulhas para outros coronavírus, incluindo o que causa a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e relataram que três vacinas experimentais diferentes da MERS induziram a produção de anticorpos contra o vírus. Essas respostas foram mais fortes do que as respostas geradas pela injeção regular de uma das vacinas, juntamente com um poderoso estimulante imunológico (um adjuvante). Os níveis de anticorpos continuaram aumentando ao longo do tempo em camundongos vacinados com adesivo de microagulhas - até 55 semanas, quando os experimentos terminaram. Os pesquisadores agora voltaram sua tecnologia para o vírus COVID-19, o SARS CoV-2. [Nota da ICWA para reflexão: Qual é o efeito a longo prazo do aumento artificial dos níveis de anticorpos por mais de um ano? Houve algum estudo?]

Outro estudo financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates e publicado em dezembro de 2019 por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Instituto de Química da Academia Chinesa de Ciências em Pequim e Global Good, Intellectual Ventures Laboratory em Bellevue, WA, descreve como "pontos quânticos" podem ser implantados sob a pele, juntamente com uma vacina para codificar informações para "armazenamento descentralizado de dados e bio-detecção". 

Os autores continuam dizendo na parte de discussão do artigo:

“Para maximizar a utilidade dessa tecnologia para campanhas de vacinação, nosso objetivo era criar uma plataforma compatível com vacinas entregues por microagulhas que pudessem codificar com segurança dados de um indivíduo por pelo menos cinco anos após a administração”, afirmou o documento do MIT, intitulado Biocompatible near. "Além disso, esse sistema também precisava ser altamente biocompatível, fornecer uma quantidade suficiente de corante após um tempo de aplicação de 2 min ou menos e ser detectável usando um smartphone minimamente adaptado".

[Nota da ICWA: o conceito de marcação e rastreamento de seres humanos deve permanecer nas tramas dos romances de ficção científica. Eles não têm lugar em uma sociedade livre e justa.]

“Seu modelo de negócios se concentra na compra de patentes e na agregação em um grande portfólio de patentes e no licenciamento dessas patentes para terceiros”, segundo a Wikipedia . A empresa foi descrita como a maior e mais notória empresa de patentes de patentes do país .

O site do Bill e Melinda Gates lista várias subvenções concedidas para desenvolver o “patch de microneedle array” - para uso em “campanhas de casa em casa via administração por pessoal minimamente treinado”.

A doação mais recente, no valor de US $ 370.035, foi concedida em fevereiro de 2020 aos Centros de Controle e Prevenção de Doenças por um adesivo de vacina MMR que não requer refrigeração e "permite campanhas de casa em casa" por pessoas sem experiência ou treinamento médico. [Nota da ICWA para reflexão: se o conceito de "campanhas de casa em casa" não o alarmar, sugerimos que você leia a história dos governos totalitários . Nunca abandone seu direito americano à liberdade política, religiosa e médica.] 

Bill Gates concedeu doações muito maiores para a tecnologia de adesivos de microneedle array para empresas e organizações, incluindo:

Gates começou a financiar a biotecnologia implantável em 2011 por meio de uma pequena doação (US $ 100.000) para a empresa TransDerm Inc, com sede em Santa Cruz, cuja página do Linkedin tem um link para um site da gigante farmacêutica Allergan .

No mês passado, o serviço de notícias da Reuters informou - falsamente - que um post popular no Facebook sobre Bill Gates planejando usar implantes de microchip para combater a pandemia de coronavírus era uma "alegação falsa" (O sistema globalista produz "fake news" do que dizem ser "fake news" e suspendem contas). O serviço de notícias vinculado à postagem censurada do Facebook

Gates, cujo pai era diretor da Federação de Planejamento Familiar da América e mãe trabalhava para a United Way, afiliada do PPFA , é conhecido por sua ideologia de controle populacional. Sua esposa, Melinda Gates, lançou uma Cúpula de Planejamento Familiar no Dia Mundial da População em 2012, com o objetivo de angariar impostos dos governos para expandir os serviços de saúde reprodutiva, com o objetivo de reduzir a taxa de natalidade global.

➤ Uma nota final da ICWA para reflexão: enquanto a Fundação Gates e a Indústria Farmacêutica gastam bilhões para levar o mundo a uma visão distópica de fazer de todos os seres humanos do planeta um cliente vitalício “lascado” e rastreável, a cura para o COVID-19 e outros infecções transmissíveis estão sendo curadas silenciosamente. Incentivamos todos a ler, pensar, agir. Otimize sua saúde e proteja sua liberdade . O poder é seu. Nunca entregue a mais ninguém.

O mapa do judaísmo



Mapeamento população judaica do mundo e os padrões de migração



Quando Hitler atacou alguns judeus estavam seguros na América do Norte e do Sul e na Grã-Bretanha (Reprodução/Internet)





Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.



O judaísmo está vivendo um renascimento inesperado. O mapa e o gráfico abaixo mostram onde as maiores populações de judeus vivem e como isso mudou ao longo do século passado. Em 1939, os judeus representavam 16,5 milhões de pessoas, até o final da Segunda Guerra Mundial os nazistas haviam destruído um terço deles, varrendo mil anos de civilização judaica na Europa Central e Oriental. O número de mortos poderia ter sido ainda maior, mas 60 anos antes, o império czarista enviou emigrantes judeus para o oeste. No momento em que Hitler atacou, alguns judeus estavam seguros na América do Norte e do Sul e na Grã-Bretanha. A partir de 1948, a maioria dos judeus do norte da África e do Mediterrâneo Oriental emigrou. O desmembramento da União Soviética trouxe a última grande onda de migração judaica para Israel no início de 1990.



sábado, 18 de abril de 2020

A relação do uso de medicamentos psiquiátricos com massacres nos EUA

Cada vez que houver um massacre entre civis nos Estados Unidos, Brasil ou qualquer outra parte do mundo, a informação alternativa cavalga a onda das teorias conspiracionistas: é o projecto MK Ultra da CIA, é o governo que quer assustar os cidadãos para que abandonem as suas armas, etc.



Proponho aqui uma ideia talvez menos “conspiradora” mas que tem aos menos o mérito de ser baseada em dados objectivos, que todos podem tranquilamente conferir com uma breve pesquisa. Uma teoria que também não recorre a outras teorias para explicar os acontecimentos mas, mais simplesmente, é filha directa do Capitalismo exasperado no qual vivermos.

A lista


Qual a teoria? Muito simples. A seguir os nomes de alguns autores de massacres com o relativo medicamento psiquiátrico assumido:



• Eric Harris 17 anos (antes Zoloft, depois Luvox) 18 anos e Dylan Klebold (Massacre de Columbine, Colorado) mataram doze estudantes, um professor e feriram outras 23 pessoas antes de cometer suicídio. Os registos médicos de Klebold nunca foram disponibilizados ao público.


• Jeff Weise, 16 anos (Prozac 60 mg/dia, três vezes a dose média para um adulto), disparou contra o seu avô, um amigo do avô e colegas em Red Lake, Minnesota. Em seguida cometeu suicídio. Total: 10 mortos e 12 feridos.


• Cory Baadsgaard, 16 anos, da Wahluke High School (Estado de Washington), tomava Paxil quando com uma espingarda manteve reféns 23 colegas de classe. Não tem nenhuma memória do evento.


• Chris Fetters, 13 anos, matou a tia favorita durante o tratamento com Prozac.


• Christopher Pittman, 12 anos, matou ambos os avós enquanto tomava Zoloft.


• Mathew Miller, 13 anos, se enforcou no seu quarto depois de tomar Zoloft durante seis dias.


• Kip Kinkel, 15 anos (tomava Prozac e Ritalina), disparou contra os pais enquanto dormiam; em seguida, foi para a escola e abriu fogo matando dois colegas e ferindo 22.
• Luke Woodham, 16 anos (Prozac) matou a sua mãe e, em seguida, dois estudantes, ferindo também outros seis.


• Um rapaz de identidade confidencial em Pocatello (anos de 1998) teve um ataque induzido por Zoloft que o levou a mostrar uma arma na frente da sua escola.


• Michael Carneal, 14 anos (Ritalina), abriu fogo contra estudantes numa reunião de oração na escola em West Paducah, Kentucky. Três adolescentes foram mortos e outros cinco ficaram feridos.


• Um jovem (identidade confidencial) em Huntsville, Alabama (Ritalina) após um episódio psicótico atacou os seus pais com um machado, matou um irmão e feriu o outro.


• Andrew Dourado, 11 anos (Ritalina) e Mitchell Johnson, 14 anos (Ritalina), dispararam contra 15 pessoas, matando quatro estudantes, um professor e ferindo outras 10 pessoas.


• TJ Salomão, 15 anos (Ritalina), estudante do ensino médio em Conyers, Georgia, abriu fogo e feriu seis colegas.


• Rod Mathews, 14 anos (Ritalina), matou um colega com um bastão.


• James Wilson, 19 anos (vários medicamentos psiquiátricos) de Breenwood, South Carolina, armado com um revólver calibre 22 matou duas meninas e feriu sete crianças e dois professores de uma escola primária.


• Elizabeth de Bush, 13 anos (Paxil), responsável por um tiroteio numa escola na Pensilvânia.


• Jason Hoffman (Effexor e Celexa), responsável por um tiroteio na escola em El Cajon, Califórnia.


• Jarred Viktor, 15 anos, após cinco dias de Paxil esfaqueou a sua avó 61 vezes.


• Chris Shanahan, 15 anos (Paxil), matou uma mulher.


• Jeff Franklin (Prozac e Ritalina), em Huntsville, Alabama, matou os seus pais com um martelo, um machado, uma faca de açougueiro, e, em seguida, atacou os irmãos e irmã mais nova.


• Neal Sulco (Prozac), Los Angeles, responsável por um tiroteio numa escola judaica, previamente submetido a outros medicamentos psiquiátricos depois de ordem judicial.


• Kevin Rider, 14 anos, estava em fase de desmame do Prozac quando morreu na sequência dum ferimento de bala na cabeça. Inicialmente tinha sido considerado um suicídio, mas após dois anos de investigação abriu-se a hipótese de assassinato. O principal suspeito, também de quatorze anos, estava a tomar Zoloft e outros antidepressivos SSRIs.
• Alex Kim, 13 anos, enforcou-se pouco depois da dose prescrita de Lexapro ter sido duplicada.


• Diane Routhier, à qual tinha sido prescrito Welbutrin por causa de cálculos biliares, matou-se seis dias mais tarde, depois de sofrer outros efeitos adversos do medicamento.


• Billy Willkomm, 17 anos, lutador e estudante da Universidade da Flórida, a quem tinha sido prescrito Prozac. A sua família encontrou-o morto por enforcamento em Julho de 2002.
• Kara Jaye Anne Fuller-Otter, 12 anos, usava o Paxil quando se enforcou num gancho do seu próprio armário. Os pais de Kara declararam: “… aquele maldito médico não quis tirá-lo (o fármaco) quando pedimos durante a segunda visita. Nós dissemos da suspeita de que ela estava a ter reações estranhas com o Paxil”.


• Christian Gareth, de Vancouver, 18 anos, estava a tomar Paxil quando cometeu suicídio em 2002.
• Julie Woodward, 17, estava tomando Zoloft, quando ele se enforcou em sua garagem.


• Matthew Miller, 13 anos, era seguido por um psiquiatra por causa das dificuldades que encontrava na escola. O psiquiatra deu-lhe Zoloft. Sete dias depois, a mãe encontrou o rapaz morto, enforcado no armário.
• Kurt Danysh, 18 anos, tomava Prozac quando matou o pai com uma espingarda. Hoje está na prisão da qual escreve cartas para advertir o mundo sobre os perigos do SSRIs.


• Woody (apelido confidencial), 37 anos, cometeu suicídio durante a quinta semana de tratamento com Zoloft. Pouco antes de sua morte, o seu médico tinha-lhe sugerido de dobrar a dose do medicamento. O único problema de Woody era a insónia. Nunca tinha estado deprimido e nem tinha qualquer sintoma de transtorno mental.


• Um menino de Houston (identidade confidencial), com 10 anos, matou os seu pai após a dose de Prozac ter sido aumentada.
• Hammad Memon, 15 anos, atirou e matou um companheiro da escola secundária. Tinha sido diagnosticado como vítima de TDAH e depressão e estava a tomar Zoloft.
• Matti Saari, estudante culinário de 22 anos, matou nove estudantes e um professor e feriu outro aluno antes de se matar. Saari tomava SSRIs e benzodiazepínicos.
• Steven Kazmierczak, 27 anos, matou cinco pessoas e feriu outras 21 antes de cometer suicídio num auditório na Northern Illinois University. De acordo com a sua namorada, estava a tomar Prozac, Xanax e Ambien. Os resultados toxicológicos mostraram vestígios de Xanax no seu corpo.
• O finlandês Pekka-Eric Auvinen, de 18 anos, estava a tomar antidepressivos quando matou oito pessoas, feriu dezenas e por fim se suicidou na Escola Jokela.


• Asa Coon, de Cleveland, 14 anos, feriu quatro pessoas antes de suicidar-se. Os documentos judiciais mostraram que assumiu Trazodona.
• Jon Romano, 16 anos, em tratamento por depressão, atirou um professor do ensino médio em New York com uma espingarda.

É possível acrescentar outras pessoas que tomavam vários medicamentos SSRIs:
• Jared Lee Loughner, 21 anos de Tucson, Arizona, matou seis pessoas e feriu outras 14.


• James Eagan Holmes, 24 anos de Aurora, Coloardo, matou 12 pessoas e feriu 59.


• Jacob Tyler Roberts, 22 anos de Clackamas, Oregon, matou duas pessoas e feriu outra.
• Peter Adam Lanza, 20 anos de Newton, Connecticut, matou 26 pessoas e feriu outras duas.



Então: lista comprida? Nem tanto, esta é apenas uma amostra. O site SSIRStories recolheu mais de 5.000 casos, a maior parte daqueles que ocupou as páginas dos diários, no Mundo todo ou apenas nos Estados Unidos. O facto é que uma quantidade muito significativa dos massacres nos últimos vinte anos (isso para não falar dos casos de suicídio ou tiroteios isolados) têm uma coisa em comum e não é a presencia de armas mas a utilização de psicofármacos. Praticamente todos os autores de tais actos ou estavam sob o efeito dos medicamentos ou os tinham consumido num passado recente.

As pessoas que insistem na proibição de armas de fogo ou na aplicação de restrições como razão que estão na base destes “acidentes” estão claramente a concentrar-se numa questão errada; o que é grave, porque a responsabilidade dos colossos farmacêuticos passa assim em segundo plano ou até desaparece.







As “reações adversas”

E a propósito: estamos perante empresas farmacêuticas que deliberadamente produzem e

comercializam medicamentos nocivos e perigosos, tendo como fim provocar o caos na sociedade?

Mais uma vez, esta pode ser uma hipótese fascinante se a ideia for seguir a teoria dum obscuro enredo gerido nos bastidores por forças malvadas que querem governar o mundo. Mas a realidade é muito menos espectacular: tudo não passa do perverso efeito que tem como origem o nosso sistema do “livre mercado”.

A palavra-chave é “concorrência”. As multinacionais, longe de constituir um único cartel pacífico, tentam ocupar a maior fatia do mercado e jogam com as leis da probabilidade: enquanto sociedades cotadas nas Bolsas, são por definição criadoras e portadoras de riscos; sabem antes da comercialização até a que ponto um fármaco pode ser prejudicial, para quantas pessoas e quanto tempo antes da manifestação dos efeitos secundários.

Pegamos no caso da serotonina.
Diz Wikipedia:
A serotonina ou 5-hidroxitriptamina (5-HT) é uma monoamina envolvida na comunicação entre neurônios.

Esta comunicação é fundamental para a percepção e avaliação do meio e para a capacidade de resposta aos estímulos ambientais. Diferentes receptores detectam este neurotransmissor, envolvido em várias patologias.

A serotonina parece ter funções diversas, como o controle da liberação de alguns hormônios e a regulação do ritmo circadiano, do sono e do apetite. Diversos fármacos que controlam a ação da serotonina como neurotransmissor são atualmente utilizados, ou estão sendo testados, em patologias como a ansiedade, depressão, obesidade, enxaqueca e esquizofrenia, entre outras.
Todavia, este “diversos fármacos que controlam a ação da serotonina como neurotransmissor” podem também ser causa da Síndrome da serotonina, um conjunto de sintomas resultante da estimulação excessiva de receptores serotoninérgicos centrais e periféricos, caracterizada por mudança do estado mental, anormalidades neuromusculares e hiperatividade autonômica.

Agora, é importante sublinhar como esta síndrome da serotonina não seja assim tão frequente, portanto nada de pânico. Mas existe e, estatisticamente, pode manifestar-se após assumpção das seguintes substâncias: Triptofano, Anfetaminas (incluindo “Ecstasy”), Bromocriptina, Cocaína, L-Dopa, Dextrometorfano, Nefazodona, Petidina (Meperidina), SSRIs (Fluoxetina, Paroxetina, Sertralina, Citalopram, Fluvoxamina), ISRS/NA (Venlafaxina), Antidepressivos tricíclicos, Moclobemida, Tranilcipromina, Dietilamida do Ácido Lisérgico (LSD), Lítio.

Entre estas substâncias, como é possível observar, aparece a Fluoxetina (o Prozac), a Fluvoxamina (
Faverin, Fevarin, Floxyfral, and Luvox), a Setralina (Zoloft), a Paroxetina (Paxil e Seroxat), a Venlafaxina (Efferox) entre outros. São os mesmo nomes que encontramos na lista acima associados aos pacientes que cometeram actos violentos. É um mero acaso? Não, não é.

A página dedicada à Fluvoxamina (como o Luvox), de facto, reporta o conjunto de reacções adversas relacionada com esta substância:
há reacções comuns (1-10% dos casos) que incluem náusea, vómito, anorexia, nervosismo, agitação, ansiedade e outros sintomas tudo somado controláveis;
há reacções incomuns (0.1-1%) que incluem alucinações, estado confusional, hipersensibilidade cutânea, o que já é menos simpático;
há as reacções raras (0.01-0.1%) como manias, apreensões, alteração da função hepática e fotossensibilidade, que é ainda menos simpático;
e, por fim, há uma série de reacções cuja incidência é oficialmente desconhecida. E aqui fala-se de fracturas ósseas, glaucoma, incontinência urinaria, retenção urinária, pensamentos e comportamento suicida, violência contra os outros além da já citada síndrome da serotonina.

O facto destas últimas reacções apresentar uma incidência desconhecida deixa supor (mas é só uma conjectura) que o número reduzido de casos não viabilizem uma estatística fidedigna.

Todavia não podemos esquecer o volume do negócio dos psicofármacos nos Estados Unidos: há 25 anos apenas uma pessoa em cada 100 tomava regularmente estes medicamentos, hoje a percentagem subiu até uma em cada 5. Um negócio de dimensões assustadores, sobretudo se considerarmos que 72% das pessoas que utilizam psicofármacos não têm depressão nenhuma. e que estes mesmos medicamentos são responsáveis por 267.000 visitas anuais às Urgências por causa de reacções negativas.

Voltando ao volume global do negócio, é claro que até um sintoma muito raro pode tornar-se significativo perante um excesso de prescrição em sujeitos predispostos. É interessante realçar também como a idade média dos indivíduos que aparecem na lista acima seja muito baixa, pois há “síndromes” antes desconhecidas que hoje são diagnosticadas com excessiva desenvoltura: é o caso da hiperactividade (mais propriamente definida como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH).

A TDAH existe ou é uma “invenção” da Medicina? A polémica é real, pois não poucos especialistas acreditam ser este um exemplo de “excesso de medicalização do comportamento desviante” (na minha altura usava-se outra diagnose: “Esta´doente? Não, não tem vontade de estudar”). Mas, seja como for, o termo “hiperactividade” está a ser ouvido cada vez mais e a consequência é uma maciça difusão de psicofármacos entre as faixas mais jovem da sociedade. É também desta forma que uma reacção adversa particularmente rara pode tornar-se um perigo na sociedade.

Fonte: GGN

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